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Acabou as férias

Sem dúvida tirar férias é maravilhoso, ainda mais voltando pela segunda vez na Argentina e dessa vez aproveitamos mais ainda. Foram 16 dias de muita curtição com familiares e amigos.

O que me deixou mesmo de coração apertado foi que a minha filhota Bridoca não pode ir, mas ela ficou em ótima mãos e bem cuidada pelo papai. Resolvemos não levá-la por ser uma longa viagem se nós mesmos cansamos imagine ela que é ansiosa e nervosa não ia dar certo no avião. Todos os lugares em que eu passeava eu olhava os donos passeando com seus cães, só pensava na Brida o quanto ela ia adorar estar comigo. O pessoa de lá ama cães, cuidam muito bem e tratam como pessoas, acho bem legal esse carinho com os animais seja qual for o tamanho, raça o companheirismo muito lindo de se ver. Brida não foi mais o bom é que eu fiz muitas compras para a minha pequena e trouxe novidades de roupinhas, lacinhos, sapatos, comedouros tanta coisa para ela que é para descontar por não ter ido com a mamãe.

E por esta ausência da viagem, estamos voltando aos poucos com novidades e muitos posts!

Lambeijocas da Bridoca!

Vai Viajar? Com ou sem o animal de estimação?

De férias ou a trabalho, em nossas viagens às vezes levamos nosso cachorro. Às vezes, não dá e temos de deixá-lo aos cuidados de alguém. As duas decisões requerem alguns cuidados antes de colocar o pé na estrada ou no avião.

Eu vou, meu cachorro fica. O que fazer para ele ficar seguro e você, tranqüilo(a)?

Ah, tomar a decisão de deixar seu cachorro é sempre muito difícil, porém às vezes é preferível deixá-lo em um local seguro, onde seja bem cuidado, a levá-lo numa viagem longa que possa estressá-lo ou correr o risco de estragar todos os seus planos de viagem. Assim, prefira deixá-lo com alguma pessoa da família ou alguém de sua (bastante) confiança.

Se isso não for possível, procure um hotel para cachorros, mas lembre-se de conhecer as instalações previamente; deve haver espaço suficiente para seu cachorro. Para amenizar o estresse de mudança é aconselhável que você leve sua caminha, comida e brinquedos. Não se esqueça também de que esses hotéis exigem que os cachorros a serem hospedados estejam com a vacinação em dia. Alguns hotéis também exigem a aplicação de tratamento preventivo contra pulgas e carrapatos. Lembre-se também de deixar um telefone de contato para o veterinário do hotel, caso ocorra alguma emergência.

Vamos juntos. O que eu preciso saber para viajar com meu cachorro?

Os animais de estimação não lêem gibis, não ficam perguntando a cada minuto "já estamos chegando?", mas também têm necessidades específicas durante a viagem, de forma que planejar é importante.

Antes de viajar
  • Primeiro verifique se é permitido o trânsito de cachorros no meio de transporte a ser utilizado;
  • Se você está viajando pelo Brasil, como precaução, anote o nome de um veterinário no local de destino;
  • Certifique-se com o veterinário de que a carteira de vacinação do seu cachorro está em dia e peça-lhe orientação sobre como tranqüilizar seu cachorro em viagens mais longas e estressantes;
  • Familiarize o seu cachorro com a caixa de transporte de forma que ele se sinta em casa e seguro;
  • Durante o caminho da viagem, procure locais de parada em que animais são bem-vindos;
  • Tente não dar comida para o cachorro por cerca de 6 horas antes da viagem para minimizar as chances de enjôo no carro ou no avião.
O que você precisa levar

Dependendo do tipo de transporte e da duração da viagem, pense em levar o brinquedo predileto do seu cachorro. Convém levar também artigos para limpeza, comida e guloseimas, tigela para água e comida, artigos para pentear o pêlo e a caminha familiar.

Segurança e conforto no carro
  • Verifique se o seu cachorro consegue entrar no carro com segurança. Na euforia de "dar uma voltinha";
  • Se seu cachorro não está confortável nem costuma andar muito de carro, dê umas voltas perto de casa antes de começar a viagem. Vá a um parque que ele já conhece para que associe o andar de carro com uma experiência agradável;
  • Lembre-se de que como passageiros, os cachorros podem se machucar grave e até fatalmente, mesmo em acidentes com o carro em baixa velocidade. Utilize uma caixa de transporte ou um cinto de segurança próprio para animais;
  • Ao estacionar, procure um local com sombra e não deixe seu cachorro sozinho no carro, mesmo que seja só por alguns minutos. Animais desacompanhados podem ser roubados ou até mesmo entrar em pânico quando se vêem sozinhos em ambientes estranhos. E, nunca deixe seu cachorro no carro sob altas temperaturas;
  • Quando parar, reveze com os outros passageiros de forma que seu cachorro fique sempre na companhia de alguém.
Segurança e conforto no avião

Tome todas as providências com bastante antecedência no caso de viagem com cachorros em avião e confirme as 24 a 48 horas antes do vôo. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, através do Serviço de Sanidade Animal, especifica procedimentos para trânsito doméstico e internacional de animais e as companhias aéreas exigem documentação específica sobre a saúde do animal. As companhias aéreas podem permitir que animais pequenos viajem no compartimento de passageiros se a caixa de transporte atender às especificações de bordo. Consulte a companhia aérea para verificar normas e tarifas específicas.

Se seu cachorro estiver viajando como carga, não deixe de colocar uma etiqueta com o local de destino e dados para contato, além de instruções sobre fornecimento de comida e água. Dê preferência a vôos diretos, ou seja, sem escala.

Viagens ao exterior

Em caso de viagem internacional, verifique se seu cachorro atende todas as normas vigentes exigidas pelo Serviço de Sanidade Animal que controla e orienta as atividades da importação e exportação de animais no Brasil. Verifique também nas embaixadas ou consulados as exigências específicas de cada país de destino para entrada de cachorros.

Agora depois das dicas, é decidir se o animal de estimação vai viajar, se ele for é correr atrás de todos os preparativos para viagem. Ou deixar tudo certo para quem irá cuidá-lo enquanto a sua ausência.




Cães e direção


Os cachorros, de modo geral, adoram passear, principalmente, quando saem de carro com seus donos. O vento que bate na pelagem é o que eles mais gostam e se exaltam de tanta felicidade, não é à toa que é tão comum vê-los encostados na janela com uma carinha de felicidade. Mas apesar de divertido, dirigir com os cães também pode ser perigoso, sobretudo se ele insistir em ficar no colo durante a viagem.

De acordo com seguradora de saúde animal VPI Pet Insurance, tem se tornado cada vez mais comuns acidentes causados por bichos de estimação no trânsito. Para piorar a situação, nesses casos, tanto o dono quanto o bichinho acabam seriamente machucados. Estima-se que apenas 20% das pessoas utilizem cinto de segurança ou assento específico para pets, o que aumenta ainda mais as chances de um acidente de carro.

Confira a seguir as principais ameaças que podem surgir ao longo de uma viagem de automóvel e algumas dicas de segurança:

Fraturas – Muitos cães são tão agitados que não se contentam em observar a paisagem e acabam pulando da janela quando o carro está em movimento. Nesses casos os cães podem sofrer fraturas graves, além de correrem o risco de serem atropelados por outros automóveis. Portanto, não facilite a situação e o prenda com um cinto de segurança específico ou o transporte dentro de uma caixa apropriada.

Problemas oculares – Alguns cães têm o costume de colocar a cabeça para fora da janela com o carro em movimento. Isso, além de ser perigoso, já que um outro automóvel ou moto pode bater no animal, sujeiras e ciscos podem entrar nos olhos do bichinho, causando inflamações e até úlceras oculares.

Airbags – Caso ocorra uma freada brusca, os airbags são os responsáveis por evitar que os seres humanos se machuquem no painel, porém, o mesmo não ocorre com os cachorros. O dispositivo pode causar sérios danos aos cães. É por isso que já existem assentos exclusivos para eles, que devem ser adaptados no banco de trás.

Distrações – Os cães distraem os motoristas, por mais quietinhos e comportados que eles sejam. Se forem agitados, provavelmente, pularão do banco da frente para o de trás a todo momento. Alguns animais, inclusive, gostam de ficar junto às pernas do dono, ou debaixo do banco, prejudicando a movimentação dos pedais. Já os mais quietinhos podem deixar os donos intrigados e curiosos, fazendo-os olhar a todo instante no banco de trás para saber o que o cão está fazendo. Então amigos, muito cuidado quando o assunto for transportar nossos cães no carro.



Passaporte para animais


Os donos que não conseguem desgrudar dos animais de estimação nem mesmo na hora de viajar ganharam uma ferramenta que promete facilitar a liberação dos bichinhos nos passeios.
Quando entrar em vigor, o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos será emitido gratuitamente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e reunirá em um só documento todas as informações necessárias para que os animais possam transitar com segurança, que pretende fornecer até julho deste ano o passaporte.

O passaporte é opcional e vale para viagens internacionais e nacionais, mas apenas animais que tiverem o microchip de identificação poderão receber o documento.

O decreto nº 7.140, que institui o uso do passaporte, entrou em vigor em 30 de março, mas ainda aguarda regulamentação. O objetivo é que os donos economizem tempo e dinheiro, considerando que o documento só será emitido uma vez e valerá por toda a vida do animal. Registrará todas as informações zoossanitárias do animal, como vacinas, tratamentos e exames clínicos, como o teste de titulação dos anticorpos da raiva e o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) – que antes eram adquiridos em papéis diferentes ficarão somente no documento.

O passaporte será individual e intransferível e deverá conter informações como nome e endereço do dono, registro do bichinho no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e exames exigidos pelos países de destino. O ministério vai divulgar em sua página (www.agricultura.gov.br) a lista de países que aderiram ao modelo brasileiro de passaporte, o trânsito entre esses destinos também será livre de burocracia.

O decreto que institui o documento prevê ainda que o animal receberá, obrigatoriamente, uma identificação eletrônica: um microchip do tamanho de um grão de arroz, a ser implantado no corpo. Apenas clínicas veterinárias cadastradas podem realizar o implante, que custa entre R$ 70 e R$ 100, e vale por toda a vida do animal.

É claro que alguns cuidados não devem ser dispensados pelos donos que levarem os animais em viagens, o bichinho deve estar com as vacinas em dia e deve estar em jejum para não ter problemas.

De acordo com a coordenadora substituta do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), Rogeria Oliveira, caso o dono opte por não ter o passaporte, o procedimento será o mesmo de antes: requisitar a emissão do CZI, que será cobrado sempre que se sair do país, e do Atestado Sanitário para Cães e Gatos, toda vez que se ingressar no Brasil.



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