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Vai Viajar? Com ou sem o animal de estimação?

De férias ou a trabalho, em nossas viagens às vezes levamos nosso cachorro. Às vezes, não dá e temos de deixá-lo aos cuidados de alguém. As duas decisões requerem alguns cuidados antes de colocar o pé na estrada ou no avião.

Eu vou, meu cachorro fica. O que fazer para ele ficar seguro e você, tranqüilo(a)?

Ah, tomar a decisão de deixar seu cachorro é sempre muito difícil, porém às vezes é preferível deixá-lo em um local seguro, onde seja bem cuidado, a levá-lo numa viagem longa que possa estressá-lo ou correr o risco de estragar todos os seus planos de viagem. Assim, prefira deixá-lo com alguma pessoa da família ou alguém de sua (bastante) confiança.

Se isso não for possível, procure um hotel para cachorros, mas lembre-se de conhecer as instalações previamente; deve haver espaço suficiente para seu cachorro. Para amenizar o estresse de mudança é aconselhável que você leve sua caminha, comida e brinquedos. Não se esqueça também de que esses hotéis exigem que os cachorros a serem hospedados estejam com a vacinação em dia. Alguns hotéis também exigem a aplicação de tratamento preventivo contra pulgas e carrapatos. Lembre-se também de deixar um telefone de contato para o veterinário do hotel, caso ocorra alguma emergência.

Vamos juntos. O que eu preciso saber para viajar com meu cachorro?

Os animais de estimação não lêem gibis, não ficam perguntando a cada minuto "já estamos chegando?", mas também têm necessidades específicas durante a viagem, de forma que planejar é importante.

Antes de viajar
  • Primeiro verifique se é permitido o trânsito de cachorros no meio de transporte a ser utilizado;
  • Se você está viajando pelo Brasil, como precaução, anote o nome de um veterinário no local de destino;
  • Certifique-se com o veterinário de que a carteira de vacinação do seu cachorro está em dia e peça-lhe orientação sobre como tranqüilizar seu cachorro em viagens mais longas e estressantes;
  • Familiarize o seu cachorro com a caixa de transporte de forma que ele se sinta em casa e seguro;
  • Durante o caminho da viagem, procure locais de parada em que animais são bem-vindos;
  • Tente não dar comida para o cachorro por cerca de 6 horas antes da viagem para minimizar as chances de enjôo no carro ou no avião.
O que você precisa levar

Dependendo do tipo de transporte e da duração da viagem, pense em levar o brinquedo predileto do seu cachorro. Convém levar também artigos para limpeza, comida e guloseimas, tigela para água e comida, artigos para pentear o pêlo e a caminha familiar.

Segurança e conforto no carro
  • Verifique se o seu cachorro consegue entrar no carro com segurança. Na euforia de "dar uma voltinha";
  • Se seu cachorro não está confortável nem costuma andar muito de carro, dê umas voltas perto de casa antes de começar a viagem. Vá a um parque que ele já conhece para que associe o andar de carro com uma experiência agradável;
  • Lembre-se de que como passageiros, os cachorros podem se machucar grave e até fatalmente, mesmo em acidentes com o carro em baixa velocidade. Utilize uma caixa de transporte ou um cinto de segurança próprio para animais;
  • Ao estacionar, procure um local com sombra e não deixe seu cachorro sozinho no carro, mesmo que seja só por alguns minutos. Animais desacompanhados podem ser roubados ou até mesmo entrar em pânico quando se vêem sozinhos em ambientes estranhos. E, nunca deixe seu cachorro no carro sob altas temperaturas;
  • Quando parar, reveze com os outros passageiros de forma que seu cachorro fique sempre na companhia de alguém.
Segurança e conforto no avião

Tome todas as providências com bastante antecedência no caso de viagem com cachorros em avião e confirme as 24 a 48 horas antes do vôo. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, através do Serviço de Sanidade Animal, especifica procedimentos para trânsito doméstico e internacional de animais e as companhias aéreas exigem documentação específica sobre a saúde do animal. As companhias aéreas podem permitir que animais pequenos viajem no compartimento de passageiros se a caixa de transporte atender às especificações de bordo. Consulte a companhia aérea para verificar normas e tarifas específicas.

Se seu cachorro estiver viajando como carga, não deixe de colocar uma etiqueta com o local de destino e dados para contato, além de instruções sobre fornecimento de comida e água. Dê preferência a vôos diretos, ou seja, sem escala.

Viagens ao exterior

Em caso de viagem internacional, verifique se seu cachorro atende todas as normas vigentes exigidas pelo Serviço de Sanidade Animal que controla e orienta as atividades da importação e exportação de animais no Brasil. Verifique também nas embaixadas ou consulados as exigências específicas de cada país de destino para entrada de cachorros.

Agora depois das dicas, é decidir se o animal de estimação vai viajar, se ele for é correr atrás de todos os preparativos para viagem. Ou deixar tudo certo para quem irá cuidá-lo enquanto a sua ausência.




As maneiras de transportar animal no carro

Cães adoram passear de carro, mas alguns ficam tão ansiosos e felizes que não conseguem se comportar e por este motivo temos que aprender quais são os tipos que existem para a segurança deles, mesmo que o passeio seja curto.

A segurança é sem dúvida algo muito importante em qualquer hora e principalmente quando estamos dentro de um veículo. Muitas pessoas acabam esquecendo da segurança dos cintos de seguranças e perdem suas vidas nas estradas. Para minimizar esses problemas, que envolvem muito mais que o condutor, foram lançadas diversas leis visando a segurança do condutor e do passageiro. Entre essas leis podemos citar a multa caso o condutor e qualquer outro passageiro seja pego sem o cinto de segurança e a lei que obriga o transporte de bebês e crianças em assentos especiais.

Outro que também destacou-se foram os animais de estimação. Como existem muitos casos onde o motorista acabava perdendo o controle do carro por causa do animal solto ou pela forma errada de transportá-lo, por exemplo, animais com partes do corpo para fora do carro, circulando dentro do veículo ou até mesmo no colo do condutor. Para que tudo isso mudasse foi lançada uma nova lei que proibi o transporte de qualquer animal a não ser nos locais específicos para eles.

Como agir

Além do cinto de segurança as empresas que trabalham no ramo de Pet Shop, lançaram o assento para cães e gatos. Segundo eles o aparelho dá muito mais conforto para os animais, o deixando seguro e confortável.


Outra maneira correta de transportar animais em veículos é dentro de uma caixa de transporte, pois estas são feitas especialmente para este fim e oferecem toda a segurança que o seu animal precisa.


E a última opção adequada de transportar animais em veículos é fazendo uso do cinto de segurança especial para animais, todas essas opções podem ser encontradas em lojas de pet shops.




Como os animais são tratados como se fossem filhos, crianças da família, eles são merecedores de muitos cuidados com relação a aparência, saúde e conforto, mas toda esta atenção nem sempre contempla questões importantes como a segurança. Nada como acostumá-los a usar, até mesmo por eles protestarem, mas é preciso que os donos não se intimidem e passem a fazer uso destes ítens de segurança, até que se transforme em hábito.

Decoração de Natal e os riscos aos animais


Muitas famílias já começaram a montar a decoração de Natal em suas residências, alguns enfeites de natal que conhecemos como as guirlandas, pinheiros, papai noel, pisca-pisca e a árvore de natal. Mas cuidado: quem tem cachorro deve ficar atento. Os cães podem mastigar, puxar, arrancar, subir e até comer as decorações.

Aqui tem algumas dicas para evitar que isso aconteça:

  • Tomadas e benjamins são vistos como brinquedos mastigáveis pelos animais. Por isso, se possível, cubra tudo com uma fita adesiva ou qualquer outro material. Dessa forma, você estará evitando choques, queimaduras e machucados.
  • Árvore de Natal já para os cachorros eles podem “roubar” enfeites e até derrubar a planta. Prenda com firmeza os objetos ainda mais se tiverem de vidro. Esses adereços podem causar cortes e obstrução intestinal nos cães.
  • Se você tem o hábito de deixar presentes na árvore de Natal, fique atento! Dependendo do comportamento do seu cão, ele pode acabar abrindo ou destruindo os pacotes.
  • Plantas típicas do Natal podem causar problemas estomacais. Se possível, esborrife spray amargo nessas plantas para que os animais fiquem bem longe delas. Caso contrário, mantenha-as em locais altos.
E fiquem de olho nos cãezinhos danados! ;)

Sons

A linguagem canina envolve muito mais sinais corporais do que sons. Em geral, movimentos sutis dão conta da maior parte das situações de comunicação cotidianas. Embora os cães sejam capazes de produzir grande variedade de sons, no convívio ouvimos apenas alguns, um passeio no parque ou uma observação atenta de um grupo de cães em interação bastam para revelar vários dos sinais abordados. De fato, existe um repertório bem amplo e raramente usado de vocalização canina, enquanto alguns animais latem muito e produzem outros tipos de sons, há aqueles que extremamente silenciosos, que nunca "falam".

Sons de satisfação

Alguns donos se surpreendem com os sons que seus animais fazem quando satisfeitos. Descrevo em seguida o ruído emitido nos momentos felizes como um som melodioso e baixo da Brida, que muita das vezes lembra um gatinho mimado. Alguns cachorros costumam "resmungar" enquanto deixam a barriga à mostra, esperando um carinho. Peculiares de cada animal, esses ruídos especiais só identificados em cachorros realmente confiantes e bem à vontade.

Volume e altura

Assim como ocorre com a linguagem corporal, os cães usam os sons de duas formas distintas: com a intenção de transmitir uma mensagem ou involuntariamente, para expressar suas emoções. Já os sons agudos em geral, indicam excitação, mas sem ameaça, ao passo que um som grave funciona como advertência. Quanto mais grave o som, maior deve ser o cuidado para lidar com a situação.

Latidos e rangidos não aparecem ameaçadores mas, como ocorre com os humanos, quanto mais baixo o tom da "fala", maior a seriedade de quem o emite: engrossar a voz é uma forma de tentar ser levado a sério, com os cães ocorre o mesmo. Os sons mais ameaçadores (rosnados, irritados) saem em tons baixos, em cães filhotes quando eles percebem aproximação de um adulto desconhecido, emitem sons agudos e alto, a fim de enviar a mensagem de que não representam perigo. Ruídos agudos podem ser identificados também em cães adultos que se sentem ameaçados. Quanto ao volume do som não revela nada sobre o comportamento social e parece estar mais relacionado às características da raça ou à personalidade do cão.

Tipos de som

Se pensarmos na variedade de sons que um cão potencialmente pode emitir, podemos nos perguntar ouvimos tão poucos ruídos no convívio com um cachorro. A explicação pode estar associada à história da raça e também à personalidade de seu cão, os cães agem de forma instintiva em diversas situações, mas não podemos subestimar o quanto sua linguagem foi adaptada para a compreensão humana durante o longo processo de domesticação.

Latidos

Como os humanos recorrem mais à linguagem falada do que a outros recursos de comunicação, alguns cães aprenderam a se comunicar diretamente com seus donos utilizando esse recurso. Alguns cachorros começam a latir quando querem sair para passear, desejam brincar ou buscam transmitir alguma mensagem. O aviso mais comum é latir quando uma pessoa estranha se aproxima da casa. O latido é o som mais associado a um cão e o que ouvimos com mais freqüência, os seres humanos são mais acostumados à comunicação verbal pode ser mais fácil identificar a diferença entre os tipos de latido do que as sutilezas da complexa linguagem corporal canina.

Cães e direção


Os cachorros, de modo geral, adoram passear, principalmente, quando saem de carro com seus donos. O vento que bate na pelagem é o que eles mais gostam e se exaltam de tanta felicidade, não é à toa que é tão comum vê-los encostados na janela com uma carinha de felicidade. Mas apesar de divertido, dirigir com os cães também pode ser perigoso, sobretudo se ele insistir em ficar no colo durante a viagem.

De acordo com seguradora de saúde animal VPI Pet Insurance, tem se tornado cada vez mais comuns acidentes causados por bichos de estimação no trânsito. Para piorar a situação, nesses casos, tanto o dono quanto o bichinho acabam seriamente machucados. Estima-se que apenas 20% das pessoas utilizem cinto de segurança ou assento específico para pets, o que aumenta ainda mais as chances de um acidente de carro.

Confira a seguir as principais ameaças que podem surgir ao longo de uma viagem de automóvel e algumas dicas de segurança:

Fraturas – Muitos cães são tão agitados que não se contentam em observar a paisagem e acabam pulando da janela quando o carro está em movimento. Nesses casos os cães podem sofrer fraturas graves, além de correrem o risco de serem atropelados por outros automóveis. Portanto, não facilite a situação e o prenda com um cinto de segurança específico ou o transporte dentro de uma caixa apropriada.

Problemas oculares – Alguns cães têm o costume de colocar a cabeça para fora da janela com o carro em movimento. Isso, além de ser perigoso, já que um outro automóvel ou moto pode bater no animal, sujeiras e ciscos podem entrar nos olhos do bichinho, causando inflamações e até úlceras oculares.

Airbags – Caso ocorra uma freada brusca, os airbags são os responsáveis por evitar que os seres humanos se machuquem no painel, porém, o mesmo não ocorre com os cachorros. O dispositivo pode causar sérios danos aos cães. É por isso que já existem assentos exclusivos para eles, que devem ser adaptados no banco de trás.

Distrações – Os cães distraem os motoristas, por mais quietinhos e comportados que eles sejam. Se forem agitados, provavelmente, pularão do banco da frente para o de trás a todo momento. Alguns animais, inclusive, gostam de ficar junto às pernas do dono, ou debaixo do banco, prejudicando a movimentação dos pedais. Já os mais quietinhos podem deixar os donos intrigados e curiosos, fazendo-os olhar a todo instante no banco de trás para saber o que o cão está fazendo. Então amigos, muito cuidado quando o assunto for transportar nossos cães no carro.



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